Veja a fotogaleria do Prémio FLAD Life Science 2020

Marcelo Rebelo de Sousa e Vasco Rato entregam os prémios aos investigadores nacionais Miguel Castelo-Branco (à esquerda) e João Morais-Cabral (à direita)

Marcelo Rebelo de Sousa e Vasco Rato entregam os prémios aos investigadores nacionais Miguel Castelo-Branco (à esquerda) e João Morais-Cabral (à direita)

A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) realizou esta quinta-feira, dia 26, na sua sede em Lisboa, a apresentação dos projetos de investigação que venceram a 2ª Edição do Prémio FLAD LIFE SCIENCE 2020.

A cerimónia contou com a presença de Sua Excelência, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que entregou os prémios aos investigadores João Morais-Cabral (Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto) e Miguel Castelo-Branco (Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde, da Universidade de Coimbra).

O Prémio FLAD LIFE SCIENCE 2020 é uma iniciativa da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e visa distinguir dois projetos científicos, um em investigação fundamental e outro orientado para a investigação aplicada.

João Morais-Cabral, do IBMC – Instituto de Biologia Molecular e Celular, da Universidade do Porto, integrado no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), recebeu o Prémio 2016 para Investigação Fundamental com o projeto “Bacterial K+ transporters are potential antimicrobial targets: mechanisms of transport and regulation”, que conta com a colaboração de Zhou Ming, do Biochemistry and Molecular Biology Department, Baylor College of Medicine, Houston, Texas, nos Estados Unidos.

Por seu lado, Miguel Castelo-Branco, do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS), Universidade de Coimbra, recebeu o Prémio 2016 para Investigação Aplicada, pelo projeto “Linking inhibition from molecular to systems and cognitive levels: a preclinical and clinical approach in autismo spectrum disorders and neurofibromatosis”, tendo como parceiro norte-americano Alcino Silva, do UCLA Medical Center, Integrative Center for Learning and Memory, Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos.

Com a atribuição deste Prémio a FLAD contribui para a sustentabilidade, o aprofundamento e a internacionalização da investigação nacional, através de um concurso dirigido a investigadores vinculados a instituições portuguesas, que produzem ciência em estreita cooperação científica com instituições nos Estados Unidos da América.

O Prémio contou, uma vez mais, com o aconselhamento e avaliação de um Comité Científico, liderado pela cientista Maria Manuel Mota (Instituto de Medicina Molecular), acompanhada por Rui Costa (Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud) e por Sangeeta Bhatia (Massachusetts Institute of Technology).

O presidente da FLAD, Vasco Rato, afirma à LUSA ser “uma honra contar com a presença do Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, na cerimónia de atribuição do Prémio FLAD Life Science, que tem agora a sua 2ª Edição”. Mais: “Tal como a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, este Prémio procura contribuir para o crescimento da economia nacional a partir da internacionalização do conhecimento português.”

Ainda segundo Vasco Rato, “o FLAD LIFE SCIENCE 2020 é talvez um dos melhores exemplos de concretização dos principais objetivos da FLAD. Inscreve-se alias na missão que assumimos enquanto instituição portuguesa, privada e financeiramente autónoma: queremos contribuir para o desenvolvimento de Portugal, através do apoio financeiro e estratégico a projetos inovadores e do incentivo à cooperação entre a sociedade civil portuguesa e americana.”

A 1ª Edição do FLAD LIFE SCIENCE 2020 premiou em janeiro de 2015 dois estudos de investigadores nacionais: um sobre o “sistema de navegação” dos cromossomas na divisão celular e outro sobre a doença neurodegenerativa de Huntington.

O investigador Helder Maiato, do Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, recebeu o galardão na categoria de investigação básica, pelo estudo cromossomático, projecto que conta com a parceria da cientista Ekaterina Grishchuck, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

A equipa da cientista Ana Cristina Rego, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra foi contemplada com o prémio na categoria de investigação aplicada, pelo trabalho sobre a doença de Huntington, em parceria com George Dailey, da Harvard Medical School, Estados Unidos.

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