FLAD assina protocolo com a Universidade do Minho

Presidente da FLAD, Vasco Rato, assina protocolo com o vice-presidente da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro

Presidente da FLAD, Vasco Rato (à direita), assina protocolo com o vice-reitor para a Educação da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro (à esquerda) sob o olhar do administrador executivo da FLAD, Jorge Gabriel. (Fotografia da RUM)

 

Promover o intercâmbio entre alunos da Escola de Ciências da Saúde (ECS) e instituições de ensino dos Estados Unidos da América (EUA) é o principal objectivo do protocolo firmado esta terça-feira, dia 14 de Junho, entre a Universidade do Minho e a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). Um acordo que pretende apoiar parcerias e projectos de investigação com a duração de quatro anos.

Em dois meses, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento assinou dois protocolos com a Universidade do Minho. O presidente da FLAD, Vasco Rato, explica que os factores de atracção da academia minhota passam “pelo dinamismo, inovação e trabalho que desenvolve”. A ideia é também que a Fundação “possa diversificar o trabalho para além de Lisboa”, acrescentou o responsável.

O acordo visa apoiar parcerias, projetos de investigação e intercâmbios entre as comunidades da ECS-UMinho e do Sidney Kimmel Medical College da Universidade Thomas Jefferson, em Filadélfia (EUA). O protocolo vai também incentivar a mobilidade entre os alunos da academia minhota e os das universidades dos EUA que fazem parte da rede da FLAD. O memorando reconhece assim o potencial da cooperação académica e científica internacional, nomeadamente no reforço de redes e no desenvolvimento da investigação e inovação com significativo impacto económico-social.

O protocolo vem dar corpo às intenções de internacionalização da academia minhota. Rui Vieira de Castro, vice-reitor para a educação, explicou que este acordo “exprime o aprofundamento do esforço da Escola de Ciências da Saúde, criando novas condições para a mobilidade de estudantes”. A Universidade tem”a intenção de alargar o mais possível a rede de cooperação internacional” e os EUA, “pelos bons exemplos que de lá advêm, são um espaço que interessa”, referiu.

“Os estudantes norte-americanos também poderão realizar períodos de mobilidade na Universidade do Minho. Uma possibilidade que poderá trazer muitos benefícios à Escola de Ciências, “traduzidos em novas aprendizagens”, referiu Rui Vieira de Castro.

Os estudantes, docentes e investigadores da ECS têm um grande interesse no mercado dos Estados Unidos da América e o protocolo não foi realizado ao acaso, de acordo com Nuno Sousa, professor e investigador da academia minhota: “Não gostamos de nos candidatar a coisas sem ter provas de que têm alguma solidez. Há um enorme interesse dos alunos, docentes e investigadores em colaborar com as escolas médicas dos Estados Unidos”, assegurou.

A prática da medicina tem que ser global, “não pode ser feita de limites territoriais”, diz Nuno Sousa, e daí a importância deste protocolo para a Escola de Ciências da Saúde. De acordo com o docente, os protocolos possibilitam ainda candidaturas a fundos europeus e americanos.

Texto baseado em notícia do site RUM.